Caros Leitores,
Sei que no momento estou em falta com vocês,mas assim que possível,estarei atualizando e oferecendo novas leituras.
Pode parecer meio estranho, mas fico bastante constrangida em relação as minhas poesias.Elas são escritas por momentos e,particularmente são as minhas forças preferidas, meu reflexo, minha viagem,minha antítese.
Para quebrar esse paradoxo,quero dar um primeiro passo.Esse poema,eu o redigi ontem a noite,como é um dos meus novatos, o escolhi.Pode ser uma nova fase,não sei bem,ou pode ser a primeira e única poesia postada.
Bom,já disse demais, então eis aí,boa leitura.
A BUSCA
São asas.São azuis;
Serenas,ofegantemente ansiosas;
Borboletas,mil e duas;
que desabrocham do estômago;
Para ajudar a alçar voo.
Um trampolim.Uma queda.
Águas refrescantes que,
Esporadicamente alucinam;
Convidam a nova altura.
São Papoulas,Tulipas,Lírios.
Perfumam os olhos;
atraem a rotina;
de milhares de seres.
As mudanças são constantes;
Já se é ouvido o brado da revolução.
A busca...ah,essa mesma;
Que transpassa gerações,
Que é contagiada pelo meu;
Pelo seu sorriso;
Pela palpitação e a respiração;
Pelo sol sobre a pele;
E a brisa gélida envolvendo a face.
Adrenalina.Competição.
Nada se é em vão.
A busca,louca busca;
Jornada instável,incansável;
O desafio de viver pelo impulso de ser.