.:|Vitral Espelhado*|:.

Seja Bem-vindo a este espaço.Aqui,quero compartilhar ideias e pensamentos a respeito de questões presentes no cotidiano, e principalmente no que se diz respeito a mente.Um vitral espelhado pode ser comparado ao ser humano:magnífico pela sua diversidade de cores,como o homem,magnífico pela sua capacidade de unir diferenças e associá-las para um bem comum,e frágil por suas emoções o vulnerando.Espelhado,pois são os argumentos colocados diante de cada face que revela quem somos de verdade.

Mostrando postagens com marcador Poema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poema. Mostrar todas as postagens

.:|Caminhando*|:.

Perdoe-me...mas viu onde deixei cair a obsoleta realidade?
A inquestionável e serena neblina me encobre novamente...
Minhas vozes,minha razão.
A calma além do normal que se esvai em um piscar de olhos.
A fuga de tudo e de todos.
Chega de palavras...esse velho semblante não suporta babaquices infantis...
Tão pouco se enquadra na seriedade hostil.
Ser...sendo apenas mais um ser a observar tudo o que se passa...
A admirar mais e falar menos...
Ter poucas certezas e esquecer problemas...
Num piscar de olhos...
Por gentileza?Viu onde deixei cair minha obsoleta ilusão?

.:|Apenas Madrugada*|:.


Era apenas mais uma pessoa,
Entre tantas outras.
Sua feição cálida,
Seus gestos singelos, 
Que não despertariam a menor atenção.

Era apenas  uma pessoa,
Entre tantas outras.
Seu problema:pensava com o coração.

Entre máquinas de erros e acertos.
Sua tarefa era rodear emoções.
Nunca soube como tratá-las ou controlá-las.
Mas,para isso nunca ligou.
Suas lágrimas,Cristais preciosos
Que expressam a verdadeira função.

Estava aqui.Estava lá.
Iluminando,pedaços apenas.
E depois,partia com um aperto no coração.
Com um controle desigual,
Era apenas dez e quarenta da noite.
Mas seu coração corria,
Galopeando  com a mente,
Enfrentando dias,meses e até anos.

Até adormecer.

Num sono tão profundo...

...que a sua diferença paralisou.
E aos poucos,
Moldando-se foi aos padrões a sua parte acordada.
Erros...Acertos....
Foi só mais um controle de madrugada!

.:|Lua*|:.


Luz sutil,que vem despontar sobre a negra noite
Que lhe encobre a face,esconde teu semblante.
Vem realçar teus olhos,seja tu a presa,sejas o caçador.
Cuidado,se esconder pode não ser a melhor opçao.
Seu cenário é esse.
As estrelas vem guiar.

Podes erguer teu castelo,
Podes se lançar ao mar.
Mas a luz,doce e pura,
Vem ao teu rosto acalentar.

Peço-te que por favor
Não se vá,não se vá.
Sua passagem sutil e rotineira,
É ofuscada pela mente antenada
Nas parafenalhas modernas
As quais,faço-me igualmente vítima.

Não se vá!
Minhas pálpebras cansadas
Avistam ao longe sua partida.
Segue assim seu percurso
Que em sono me encontro com o brilho do amanhecer.

.:| Sonhos*|:.

Crepúsculo,sutilmente envolvedor;
De mansinho anoitecendo,
Pesando meus olhos sob o cobertor.

O doce descanso rotineiro;
Que faz-me relutante até a ultima força;
Tanto quanto puder achar,
Mas o difícil mesmo torna-se voltar.

Imagens,reflexos...
Partes de um quebra-cabeça
Que não consigo encontrar
São passos,são caminhos,
Que aparentam todos em nenhum lugar.

Sendo assim, mente brilhante.
Aonde vai me levar?
Acalenta meu coração,
Tendo-me tão frágil
Rodeando as emoções.

Não consigo ver teu rosto,
Meu dever é esperar,
Minha paz, minha segurança,
Sendo assim como o vento,
Não o vejo,mas posso sentí-lo.

.:|Caros Leitores*|:.

Caros Leitores,
Sei que no momento estou em falta com vocês,mas assim que possível,estarei atualizando e oferecendo novas leituras.
Pode parecer meio estranho, mas fico bastante constrangida em relação as minhas poesias.Elas são escritas por momentos e,particularmente são as minhas forças preferidas, meu reflexo, minha viagem,minha antítese.
Para quebrar esse paradoxo,quero dar um primeiro passo.Esse poema,eu o redigi ontem a noite,como é um dos meus novatos, o escolhi.Pode ser uma nova fase,não sei bem,ou pode ser a primeira e única poesia postada.
Bom,já disse demais, então eis aí,boa leitura.
A BUSCA
São asas.São azuis;
Serenas,ofegantemente ansiosas;
Borboletas,mil e duas;
que desabrocham do estômago;
Para ajudar a alçar voo.

Um trampolim.Uma queda.
Águas refrescantes que,
Esporadicamente alucinam;
Convidam a nova altura.

São Papoulas,Tulipas,Lírios.
Perfumam os olhos;
atraem a rotina;
de milhares de seres.

As mudanças são constantes;
Já se é ouvido o brado da revolução.
A busca...ah,essa mesma;
Que transpassa gerações,
Que é contagiada pelo meu;
Pelo seu sorriso;
Pela palpitação e a respiração;
Pelo sol sobre a pele;
E a brisa gélida envolvendo a face.

Adrenalina.Competição.
Nada se é em vão.
A busca,louca busca;
Jornada instável,incansável;
O desafio de viver pelo impulso de ser.

Labels