Uma altura desnorteante. Olhos atentos, face cálida, nó na garganta.
A brisa!!!
Mais uma vez roçava os cabelos emaranhados em um laço.
Mais uma vez, zuniam aos ouvidos e tanscorriam gélidos à face.
Suas lembranças eram mais fortes que seu próprio agir.
Estava aqui, estava lá.
Mas, na verdade, estava em nenhum lugar.
A verdade, não queria estar.
Não queria falar.
ouvira, do alto do penhasco em que se encontrava
Uma aguia que seguira um percurso inesperado
Plainava entre a névoa partida de uma altura inferior.
Com um passo curioso, retomou um lugar a beira desse precipício.
Por fim, achou o que tanro buscava.
A última, a mais rara flor para sua grande coleção!
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