.:|Vitral Espelhado*|:.

Seja Bem-vindo a este espaço.Aqui,quero compartilhar ideias e pensamentos a respeito de questões presentes no cotidiano, e principalmente no que se diz respeito a mente.Um vitral espelhado pode ser comparado ao ser humano:magnífico pela sua diversidade de cores,como o homem,magnífico pela sua capacidade de unir diferenças e associá-las para um bem comum,e frágil por suas emoções o vulnerando.Espelhado,pois são os argumentos colocados diante de cada face que revela quem somos de verdade.

.:|Today*|:.

Ah,dedos cansados...cansados os quais me imploravam ao simples ato de estar aqui,novamente.
Fatos,acasos,circunstâncias adversas...como a vida é engraçada,nao acha?
Na verdade,engraçada nao seria a palavra certa, mas de qualquer forma nesse momento estou apta a usá-la.
De todas as vozes que escuto,as quais minha mente faz uma ingrata relação com seu emissor,nada é tão perturbador quanto a ansiedde.
Sinceramente falando,gostaria de ser mais honesta todas as vezes em que abrisse minha boca,infelizmente,a honestidade nem sempre é o que as pessoas querem ouvir.
Da magnifica tempestade do domingo,devo ter tirado umas três horas de descanço,ouso repetir que, infelizmente.
Ao anoitecer o sono se esvairou,a ansiedade reinava sob olhos cansados.A noite estendia-se alternando pelos vários pesadelos que obtive com minha famosa ansiedade.
Apesar de uma noite mal-dormida,e pesadelos a regalia,o que me surpreendeu de fato foi conseguir tê-los canalizados para algo construtivo.
Eis ai, uma parte:

PRÓLOGO:
"Vou relatar tal qual vi,e tal qual essa situaçao estendeu-se ao grotesco e cansativo percurso.Ainda me vejo dúvida,um braço direito,cúmplice da criminosa ciência,ou será apenas coisa da minha mente?
Seria normal,se ao menos eu tivesse uma definiçao intacta e precisa para esse termo.Como afirmar que o gene é ele mesmo,ou que sua mudança deu-se atraves de uma sobrecarga emocional,na qual,houve em relato final,demasia de adrenalina,hemoglobina,creatinina e plaquetas.Números que catalogados assinariam o óbito. (...)
O erro de análize deveria ser meu.Era ridículo,mas já realizara o exame cinco vezes e nenhuma mudança constava.Ao olhar para o paciente,esse esperava com uma calma,fazendo moedas douradas saltar de seus dedos,em uma expressao amigável,sua outra mão,afagava o cão que trazia consigo.
Nesse momento intacta,comecei a mudar e analizar meus conceitos sobre normalidades.Afinal,cada ser é único e anomalias são diariamente constadas em um laboratóriocomo esse,mas,esse caso em especial me chamou uma inesperada atenção.
(..) "

3 comentários:

Coitado do cachorroO
shuashua
(brincadeira interna)

 

P.S. apesar da vontade,é Afagar e nao "AfOgar"...
rsrs...pobre cão,mísero em sua vida que vive melhor do que o ser,seu humano...

 

Que horror...
se fossem gatos até que eu concordaria...
ZUANDO, mas é um caso a se pensar!

 

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